Boldo e uma boa digestão.

Boldo (Peumus boldus), planta com origem documentada no Chile, pertencente à família das Monimeaceae. Caracteriza-se por ser uma planta firme e resistente, porém de pequeno porte. Possui folhas levemente acinzentadas e seu sabor é relativamente amargo.

Esta planta é popularmente conhecida como boldo do chile. A parte da planta utilizada com o objetivo terapêutico são as folhas.

Através do seu uso na medicina popular, foi observado que o Boldo possui diversos constituintes terapêuticos. Posteriormente, tais constituintes foram catalogados e registrados. Destaca-se a presença de alcaloides, flavonoides e óleos essenciais. O produto molecular (fitoquímico) mais conhecido desta planta é o alcaloide boldina, que é encontrado abundantemente em suas folhas.

O Boldo apresenta resultados em estudos por demonstrar efeitos anti-inflamatórios e antipiréticos em situações de pesquisa controladas. Provavelmente pelos diversos óleos essenciais que estão presentes em suas folhas.

Contudo, sua principal e mais conhecida utilidade terapêutica é como auxiliar de distúrbios hepáticos e intestinais. Além da capacidade de agir em estimulação ao fígado. O boldo tem leve propriedade diurética e alivia sintomas de azia. Entretanto, sua indicação principal continua sendo contra distúrbios digestivos.

A forma mais comum de consumo do boldo é pelo seu chá. Mas atualmente existem outras formas de administração, por exemplo, cápsulas isoladas ou em associações. Isso colabora para melhor adesão ao uso da planta, mascarando sabor e odor. Outra forma que vem sendo muito utilizada é a Tintura de Boldo. Nesta opção os ativos da planta são extraídos em meio alcoólico.

O uso do Boldo é contraindicado para gestantes pelos especialistas, principalmente em início de gestação, pois seu uso admite ao risco tanto da gestante quanto do feto.

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