Qual a importância do hormônio da testosterona para o organismo?

O hormônio testosterona é produzido naturalmente pelo organismo. Apesar de ser associado à masculinidade na maioria das vezes, tanto os homens quanto as mulheres precisam dele para a regulação de diversas funções do organismo.

Nos casos em que o corpo não produz a substância em quantidade suficiente, aumenta-se a predisposição para alguns problemas de saúde, exigindo uma reposição hormonal. A seguir, explicamos melhor a ação da testosterona no organismo, seus benefícios e quando é mais indicado repor. Acompanhe!

O que é e como atua a testosterona?

Trata-se do principal hormônio androgênico, produzido nos testículos nos homens e nos ovários nas mulheres. A produção e a liberação da substância é regulada pelo hormônio luteinizante (LH) produzido pela adenoipófise.

Geralmente associada à atividade sexual é às características físicas masculinas, a testosterona também está presente nas mulheres, porém, em uma concentração de 20 a 30 vezes menor. Em ambos os sexos, ela age no metabolismo de gorduras, no aumento da massa muscular e óssea, além de diversas outras funções.

O seu maior nível na corrente sanguínea acontece por volta dos 17 anos, no fim da puberdade. Depois dos 30, a tendência é que o seu índice se reduza a uma taxa de 0,5% a 1% ao ano, provocando problemas como a perda da rigidez muscular, fraturas, redução da libido, entre outros.

Quais são os seus benefícios para o organismo?

Como visto, mesmo que esteja mais relacionada ao homem, a testosterona é muito importante para ambos os sexos. Isso porque ela exerce mais de 200 funções anabólicas, contribuindo para o equilíbrio hormonal e metabólico.

Nas mulheres, ainda que comumente se pense que o excesso do hormônio provoca problemas, na verdade, é a falta dele que causa muitos distúrbios. Por sinal, a perda gradual de testosterona depois dos 30 anos é uma das grandes responsáveis pelo envelhecimento feminino.

Em homens e mulheres, ele também ajuda a dar mais vitalidade e força, aliviar os sintomas de depressão, melhorar a saúde do coração, aumentar o ganho de massa muscular e aprimorar a capacidade da memória. 

Por isso mesmo é preciso monitorar os níveis de testosterona, com um acompanhamento médico adequado. A queda da libido e do desempenho sexual podem ser sintomas importantes, mas não são os únicos. Além disso, muitas vezes, o problema pode não ser percebido de imediato.

Quando é necessário repor o hormônio?

Ainda que não seja facilmente percebida, a diminuição intensa dos níveis de testosterona pode apresentar alguns sintomas, como:

  • aumento da gordura corporal;
  • perda de massa óssea e muscular;
  • redução do bem-estar;
  • maior suscetibilidade à depressão;
  • perda do desempenho sexual;
  • aumento das inflamações pelo corpo;
  • redução da função vascular e cardíaca;
  • declínio cognitivo e da capacidade de memória;
  • maior predisposição à obesidade visceral (gordura abdominal, com maior risco de infarto);
  • disfunção erétil.

Quando esses sintomas aparecem, é comum que eles sejam tratados de maneira isolada e sem a devida associação à queda no nível de testosterona. Muitos desses problemas são entendidos como naturais do processo de envelhecimento e, por isso, nem sequer são tratados adequadamente. 

Por conta de maus hábitos associados ao estilo de vida moderno, como o sedentarismo, a má alimentação e o tabagismo, a quantidade de testosterona em homens e mulheres tem reduzido cada vez mais cedo. Por isso, é tão importante que se faça um monitoramento hormonal desde cedo.

Caso seja constatada a falta do hormônio testosterona, o especialista pode recomendar uma reposição. No entanto, isso deve ser feito apenas sob orientação médica. Afinal, a utilização do hormônio feita por conta própria, pois pode causar danos severos ao organismo.

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